As três ou quatro criaturas felinas pingadas que acompanham essa página, já cientes de que se trata de uma escrita esporádica, não devem ter estranhado a ausência de texto novo. Não é que tenha me faltado desejo ou inspiração, é que simplesmente não tenho tido tempo… ou melhor, tenho usado o tempo que tenho pra tornar o país mais rico, aumentando a concentração de riqueza. E, ao contrário da tal rica colunista da Folha de São Paulo, que dizem ganhar R$ 30mil para desenhar moldes de sobrancelhas em gente muito mais rica do que ela, eu não tenho a cara de pau embelezada de “chatgepetear” um texto só pra cumprir tabela.
.
Não, aos meus gatos pingados eu só ofereço conteúdo orgânico. Textos que vieram (ou virão, mas nunca viralizarão) da minha própria experiência e reflexão. Ou, como diria o bispo Franciel Cruz, daquela Ingrezia baiana, eu só entrego “pirão” cozido no fogo da “catilogência”, e aqui entro nesse movimento superficial que eu mesmo fundo, o internacionalmente desconhecido e orgulhosamente anônimo: TCIA : “Todis Contra a Inteligência Artificial” - O fórum da catilogência orgânica.”
.
Pois bem, feito esse preâmbulo, à guisa de apelo e perdão às musas pela busca de inspiração para a melhor forma de dizer o que deseja ser dito, eu vou retomar o assunto principal que vem no título.
.
Sim, eu também vou falar do que todo mundo está falando, em tempos de Oscar e outras premiações cinematográficas: em 2026 o filme é: “O Agente Secreto”. Não vou te dar resumo, sinopse, nem vou te mimar com spoiler… vou deixar esse assunto “secreto” (como o voto da Fernanda Torres na Academia de Cinema.). Ou “silenciado” como explicou o psicanalista e “Youtchuber” querido Christian Dunker: Tudo isso está lá, em várias camadas, por aí, no passado de todos nós, em nossos discursos, ou numa plataforma perto de você… e tem até quem consiga ver o filme em alguns cinemas. Então, tudo ao nosso redor, inclusive o som, te proíbe de não assistir esse filme. Mas, se mesmo assim você conseguiu escapar da proibição e não assistiu (ainda), ainda assim vai entender tudo o que eu tenho a dizer. Vai entender porque eu gostei tanto desse filme.
.
Então, pra dizer o mínimo, esse filme é feito de… (outra fórmula que eu queria evitar: “muitas camadas”); mas é isso: inevitável, inescapável e surpreendente, como achar a palavra “inexoravelmente” numa letra de forró de pé de serra: (pesquisa aí que você vai lembrar… eu fiquei pasmo, quando um amigo me deu essa dica)
.
![]() |
.
Dicas de espionagem:
Link para o Vídeo de PH Santos
Link para o vídeo de Heribaldo Maia
Link para ver Dunker dirigindo um Fusca e ajudando a pensarmos mais sobre o filme.
Link para ver o Cara do Óbvio Pós-TV
Link para o Vídeo do Canal Aprofundo pra entender porque Wagner Moura não inveja Batman.
Link para entender, sem entender, tudo sobre catilogência e pirão,

